quem sou eu

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Canoa Quebrada, Ceará, Brazil
...apenas uma mulher latina americana "sem dinheiro no bolso, sem parentes importantes e vinda do interior..." Nasci em Belterra-Pará e considero-me também cearense, pois já moro aqui há 20 anos, desde 1990. Sou professora de Língua Portuguesa e gosto muito de aprender coisas novas, ler, ouvir músicas boas e de conhecer pessoas que transmitem paz. Tenho uma família que amo e admiro. Tenho grandes amigos,não muitos, porém verdadeiros, pois como dizem 'amigos são como livros, não importa que sejam poucos, mas que sejam os melhores'.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011


FAMÍLIA É TUDO!!

SWEET LOVE.


quinta-feira, 29 de julho de 2010

Viver é tudo de bom






Li estas dicas num livrinho que comprei pela Avon, são dicas tão simples, mas ao mesmo tempo nos fazem refletir. Gostaria de compartilhá-las.

"Não podemos mudar os outros...mas podemos compreender suas razões.
Todos somos falíveis...então sempre é bom fazermos uma auto-avaliação.
Perder a calma é a coisa mais fácil do mundo...então por que não respirar fundo, contar até dez e...perdoar?
Rir é o melhor remédio...a questão é que nós seres humanos adoramos uma complicaçãozinha.
Jean-Paul Sartre disse, ao atingir a maturidade que "se em outras épocas pensava nos problemas, doravante pensaria apenas nas soluções", grande sábio.
Para terminar: não existem situações desesperadoras, existem pessoas que se desesperam em determinadas situações. Aprenda a tirar o desespero do seu dicionário. Ria, relaxe, perdoe. Seja feliz enquanto há tempo!"

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Quisera estar há séculos daqui
Conhecer o homem ainda em plena pureza
Sem os saberes e as ciências do hoje
Sem as certezas provadas e comprovadas
Sem as novas tecnologias e globalizações
Apenas seres curiosos e disponíveis às descobertas
Sem a concorrência
O individualismo
O poder de saber

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Barão de Aracati, plantando sementes de educação


Apresentações de trabalhos no pátio da escola - As Profissões - Terceiro Ano F.

sábado, 15 de agosto de 2009

DA MINHA ALDEIA


DA MINHA ALDEIA vejo quanto da terra se pode ver no Universo....
Por isso a minha aldeia é grande como outra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura...
Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista a chave,
Escondem o horizonte, empurram nosso olhar para longe de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a única riqueza é ver.
Alberto Caeiro, em "O Guardador
de Rebanhos".

segunda-feira, 6 de julho de 2009